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terça-feira, junho 14, 2011

Sobre como ela retrata ser amada[o]...


Sobre um post amoroso ou não de uma pessoa que pretendo conhecer. Resolvi colocar uma resposta longa, detalhada relatando minha opinião sobre o texto, cada parte dele.




Sobre como ela retrata ser amada[o]...
[Série : Meus comentários virarão post]


Identificar o amor não é fácil, e por vezes o recusamos. A consideração de que o amor nasce, surge, pega de surpresa, para mim, é falha. O amor é uma sequência de opções, o qual, cada escolhe condiz com o quanto se gostará do próximo. Em uma maneira "nerd": Não se faz download do amor, se constrói todo o algoritmo.

Sentir o amor é facilitado quando somos perdoados, mas isso não significa que você pode fazer lambança. E para o caso da lambança, amar é deixar de usar a mágoa como munição numa posição vitalícia, em momento algum vale trazer à tona os erros.

Amar, é naturalmente aceitação, mas tem que ser aceitação por completo. Comum são as pessoas que esperam de você o que elas gostariam de ser ou cobram de si. E se há permissão para dividir causos e coisas da vida, assuntos dos mais variados se permitem, sem julgamentos prévios.

Todos tendemos a melhorar ou deveriamos buscar isso, mas alguns aspectos são intrínsecos.
Por fim, somos individuais, o amor não é inteiro por ela ou ele existir. O amor não cria solidão por ter vontade de explorar sua individualidade em determinados momentos. O homem e 'principalmente a mulher' são subjetivos, sentimentos se sobrepõem o tempo todo. Não se sinta excluída por uma falta de atenção esporádica, mas dê-lhe porradas se virar rotina. Sua segurança é algo relacionado a individualidade, novamente, as suas certezas.


Fato, eu te amo não diz tudo... e há muito dizer, já não basta.


por: Mininu comentário - Nu escrito

sexta-feira, novembro 05, 2010

Por se tratar de música, parte 1

- Originalmente escrito no celular, perdão pelos possíveis erros. –


Enquanto procuramos uma musica que nos identifique ou que seja identificada em nos... Somos ecléticos. O que determina as nossas tendências será o ambiente em que se vive e talvez a educação.

Tenho revirado o fundo do baú musical a procura de musicas boas, e como faz falta ser boa. Temos o pagode, que normalmente envolve fossa, traição e sofrimento amoroso... Talvez a esperança da boemia em encontrar tal sentimento.

Temos o pop, erradamente chamado de rock... e explico o por que. O rock tem a ver com revolução, protesto, raiva e aflições... Tem a ver com mostrar os erros para procurar solução. Sem ser todo de preto do luto que caracteriza para facilitar a identificação daqueles que são adeptos a mudança. Tão pouco “multi-colorido”... que simboliza, asneira e chamar a atenção.

Serio, hori, reset, restart, gluglu, e arco-iris diversos... nada cantam de social. proferem 1/2 dúzia de casos amorosos e fim.

-- Continua...


[Músicando, por Mininu Nu]

quinta-feira, outubro 28, 2010

FALSIDADE do SulAmérica Night Bikers...


Parecia-me uma ótima ideia, uma seguradora de automóveis promover o uso de um meio de transporte alternativo. Chegando lá eu vi que não era bem esse o caso. Informações divergentes do encontrado no sítio.


Era uma vez, um ciclista e sua bicicleta de ferro, Jurema18kg...
Pedalou por 37Km incluindo 2 serras dentro desse percurso, APENAS PARA IR [3h pedalando, devido o vento contra e a chuva]!!! Empolgado por promover uma solução saudável e verde esteve feliz até que chegou ao local, lá não havia a camisa do evento, pois já tinham sido doadas para pessoas que fizeram a inscrição na hora. "Tudo bem..."

Com uma hora de passeio estipulado pelo evento e alguns poucos quilometros rodados, BEM POUCOS... até que se acabou e foram sorteadas 5 bicicletas. ÚNICA INICIATIVA que realmente apreciei.

O porque da falsidade?
O discurso dos organizadores e tudo mais indicam o seguinte:

"TENHA SEU CARRO, TENHA NOSSO SEGURO, E DE VEZ EM QUANDO SAIA DE BICICLETA".

Tive repulsa a seguinte frase:
"...A bicicleta é a melhor alternativa ao carro..."
ESTÁ ERRADO! Se for esse caso, uma alternativa veloz e ágil seria a motocicleta. BICICLETA É [O MELHOr] UM MEIO DE TRANSPORTE ALTERNATIVO, [não poluente e saudável] e não uma alternativa a outro.

Percebi que obviamente, ter mais ciclovias não é objetivo, ter mais pontos de parada de bicicletas também... Os organizadores faturam muito mais com essa falsa divulgação verde.

Para nós ciclistas de coração e não de bolso, nos resta apenas esperar por uma iniciativa real.
Mesmo que vocês não estejam curiosos, o retorno à casa foi de 41km. Passando dessa vez apenas por uma serra. Devido a forte chuva levei novamente mais de 3 horas. Mas estou vivo, um pouco desidratado e desnutrido, mas estou vivo.

Agradeço especial à Mirela, que me fez companhia e a Bicicleta vermelha/cereja dela, que pode "talvez" ser um novo par romântico para a minha Jurema.



[Pedalando Pelado por aí, por Mininu Nu]

terça-feira, junho 08, 2010

Sustentabilidade e redações [OK]

Dada nova redação no dia 08/06, este que é por objetivo formar opinião e desenvolver o pensamento [entendimento] sobre o título.


Precisava formar opinião e formular qualquer esboço de pensamento a respeito, falarei de sustento, sustentar, sustentação, sustentabilidade.

Ouve-se falar de desenvolvimento sustentável. A aplicação desse, pode ser tanto relacionado ao crescimento populacional e seu consumo, como o desenvolvimento de tecnologias renováveis.

Uma visão do dicionário aurélio diz, "... usado por longo período", o Wiki diz que é, "...um conceito sistemático que visa preservar a biodiversidade e os ecosistemas." Baseado nesses argumentos, uma possível relação com o atual mundo é que o consumo desenfreado, assim como a falta de planejamento familiar fará sucumbir todos os recursos disponíveis na Terra.

Durante o estudo desses aspectos de consumo, do material terreno, para melhor interpretação deviriam alterar a ordem do tema para, SUSTENTÁVEL DESENVOLVIMENTO. Bastaria utilizar-se de interrogações para que se obtenha a resposta lógica e apartir dessa, desenvolver opinião.

Você acredita?
Sustentamos o Desenvolvimento?


SIM,
À favor da humanidade consciente, por mais que seja omissa a informação, pode-se controlar os efeitos catastróficos do desfreio populacional e tecnológico.

Ou talvez...

NÃO,
Poderemos utilizar o "desenvolvimento sustentável" como civilização daqui a alguns anos. O motivo de só usarmos num futuro médio-distante é a atual forma de exploração dos nossos recursos, desmatar, extrair e tudo mais que envolve depredação é lucrativo. [Uma de nossas maiores empresas nacionas [semi-nacional] é de extração.]

Um exemplo sobre o argumento acima, são as 'tecnologias verdes'.
"Minha conta de luz inclusive agradeceu. Descobri que meu 'Desktop' e meu uso de 24h por 7 dias da semana, acumulava cifrão por volta de 190 reais. Agora que uso o 'Notebook' da mesma maneira e tento ser racional com o acendimento das lampadas [sem ser morcego e sem ser fresco] ela, a conta, reduziu consideravelmente para 120, 110 ...

Desenvolvimento, é o ponto que eu tenho para questionar. É justamente a tecnologia de eletricidade, carros híbridos ou elétricos por completo, fornecimento de energia através de paineis solares, reciclagem da água. Tudo muito bom, muito legal e de preço exorbitante. É sim, como dito acima, baratear e disponibilizar esses metodos só ira prejudicar as demais empresas capitalistas dominantes e atuais.

Eu poderia perfeitamente repetir a pergunta agora, Sustentamos o desenvolvimento, mas não desenvolvemos a sustentabilidade.
É sim uma maravilha, para comprar um painel solar e alimentar as luzes da minha casa, eu gastaria 4,500 reais, e caso eu queira um chuveiro elétrico que só funcionará durante o dia 5,700, para funcionar durante a noite armazenando energia na bateria chegamos próximos dos 7.000. Tudo muito acessível!

Adoro mentiras, então para aceitar que o mundo quer ser "Verde", "Limpo" e "Sustentável" - "ésómaisuma"![Redacionado por Tânia] - é normal.


Preserve o verde!
[Insustentando, por Mininu Nu]

sábado, janeiro 30, 2010

'Conto' sobre o "Conto"

É sim, eu conto [do v. Contar] que todo conto é real, vivemos por ele, e por medo, insegurança, ou seria receio? Contando-os com ar de fictício, para expor o nosso real mundo a um outro perverso. Só vive imaginária nossa crença de que ninguém descobrirá...

Fictício desejo de que nenhum ser ruim, mau, cruel, venha comentar verdades que todos sabemos e fingimos não saber...
A vida é cheia de histórias, identificamo-nos com elas, por isso existe novela e assim assistimos filmes, acompanhamos seriados, lemos contos...

Há que hoje, nada tenho a contar, mas deixo claro que é verdade, um pé do conto que vou contar, ali em breve próximo post.
E para isso fiz o Blog, para enganar-me dizendo verdades em forma de palavras de 'meias inverdades', inacreditáveis, cheias de firulas estratégicas, de hipérboles românticas, devaneios desejados, aventuras imaturas, de ações férteis, complicações rebuscadas, mistérios complexos, pedaços completos, politicas incorretas que satisfazem...

A mente que mente e conta o conto que é verdade...
Feita de quadrados apertados em sequência em uma barra, minha que é preta, e de caixa simpática um pouco antiga e surrada, é quadrada posta a nossa frente, transcende em, e emite luz selecionada, transforma cores, torna visível... Mas só nós tornamos palpáveis!


[Nu Contanto Mininu por Conto?]

sábado, setembro 05, 2009

Uma segunda, vista de um blog...

Acho a idéia de apresentar nosso universo interior ao mundo - à internet, que parece ser maior do que o próprio mundo - algo interessantíssimo, ainda que também amedrontador. É um verdadeiro raio-x que se faz de si mesmo.

No entanto, é algo que realmente areja a mente.
Afirmo que o mero ato de ler os relatos já desopilam a mente.

A identificação é engraçada. Ocorre nos pequenos detalhes. E é como estar batendo um bom papo entre velhos amigos. Acho que essa é uma boa definição ao ler esse blog. E, como um bom papo, é algo q tem a fluida capacidade de distrair, relaxar, entreter e prender a atenção.

Além disso, as portas abertas na internet é algo ainda estranho demais pra nossa cabeça, pelo menos pra minha. Estranho no sentido de parecer que você está no espaço e abriu a porta da nave... o vazio completo, e ao mesmo tempo o universo inteiro está - pode estar - ali fora. E você não sabe! Nunca vai saber quem já passou pelo teu blog. A única ferramenta é um singelo 'contador de acesso grátis'!

Mergulhe no espaço...

Abraço!

[Agradeço-te Guga]

Um segundo, feedback - O efeito...

[Instalei o Aurélio, para ter a certeza de que as palavras que me parecem neologismo existem, ou não...]

O curiosíssimo post após este é um comentário, e por puro e simples segmento do layout, inverti a ordem [a geratriz acima], que é o comentário, uma opinião, virá primeiro e por cima o original adaptado.

Relembrando o “porque, por que, porquê, por quê”...
[Onde estava eu, quando lavra a aula de português?]

Este blog originalmente criado por uma recomendação de um amigo em 2006/2007 [Daniel Escobar], tomou vida e forma em 2009. Este ano, eu pude compreender o que ele dizia sobre atenuar o impacto do mundo.


Muita informação enviada diretamente a nós, ao mesmo tempo, o filtro dos olhos, a limitação da audição e o poder da sensitividade da pele. Tudo que vem 'provar' do “nosso espaço”.
[Pensamento enquanto limpando a piscina, por Mininu_nu]

Não vi como objetivo inicial expor o universo interior, “Meu infinito particular [Marisa Monte]” em Meu infinito público. Talvez ninguém além de mim a considerar interessantíssimo meus próprios pensamentos. E sim, definitivamente amedrontador a possibilidade de descrever o corpo e a alma, com espectadores perdidos em uma pequena frase que os direciona [pobre link de URL].

Dos detalhes trasladados, sei que alguém mais do que eu já viveu, presenciou similar.
“A partilha do desabafo, que liberta, apazigua a dor, entorpece a mente e vem delibar o mundo.”


- Comentário do comentário:
“está no espaço e abriu a porta da nave... o vazio completo, e ao mesmo tempo o universo inteiro está - pode estar - ali fora”
Meu pequeno universo sempre esteve disponível e com incrível facilitações a quem o quiser observar, basta ingressar nesta nave [vontade], de conhecer um outro lado, abrir a janela e adentrar a este mundo que à apresento.
[Facilidade? Conheça-me em 10x sem juros no cartão...]



... [Devaneios de um Mininu_nu que acaba de descobrir a transborda da piscina... ]
... [Hoje é um ótimo dia para pensar em você, Joanecléia]