Mostrando postagens com marcador livro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador livro. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, agosto 28, 2009

"Ao verdadeiro Fernão Capelo Gaivota, que vive em todos nos." Parte 2

Um perdido comportamental...
Dizia um blog diferente que eu sigo:

"Antes eu possuía critérios, agora eu só tenho delírios..."



Referenciando o famoso livro do passarinho, pensei obviamente em mim como o próprio Fernão.
Acredito ser este o objetivo de cada livro, a auto identificação, com o personagem, e que aquela leitura o complete, nos complete e siga.
Saiba que tenho uma busca pessoal sobre as coisas que eu gosto.
É a descoberta destas que me fará feliz. Prosseguir com aquilo que "amo", no caminho que "determinei", sem a limitação cotidiana e auto-imposta pelo nosso mundo. [Seria você a limitar-me?]


Identificar o bando, como a nossa sociedade, que a muito formara minha opinião.
Incorreta e de futuro triste, sem "mor", humor, amor, etc. Seguir esta opinião, sem ter um objetivo maior seria ser como o resto do bando. Condenar-se[nos] a rotina, aceitar qualquer coisa.
O que difere a nós de um ou outro que vemos todos os dias, a cada esquina, ao nosso lado?

"Não sou diferente, exagerado, incompreendido por querer aparecer, mas sou sim diferente por ser aquilo que acho correto. [Por tentar ser...]
[Deixe apenas corrigir a mim, nessa busca, tento e serei compreensivo com o que eu não entendo, afinal ainda estou crescendo...]


Dos pontos tensos do livro:

#
Como nas frases destacadas, SIM, e há situações em que nos deixamos abalar, ou somos surpreendidos e ficamos sem reação.
Estar preparado não significa evitar situações difíceis, mas sim, dar-lhes uma boa solução. Sinto-me assim, quando junto a “Joanecleide”; o abalo, e a busca pela solução. "A evidência do abalo dela em mim é esse blog".

Convencer os outros das opiniões que carrego, não é tarefa fácil. Honestamente, não é também o momento. Diversas referências ao tempo que li, entendo então e também, que as palavras não "a" farão concordar, mas sim falsear um comportamento, melhor que os[as] mostre em ações, esses não terão a dificuldade da interpretação. Ainda irei te provar... quem é!


##
Tenho vivido alguns enganos, assim como os que me cercam. Estes se enganam quanto a mim. Verdadeiramente não é meu bando, não seguem os mesmos pensamentos e constantemente estamos a discordar. Tem sido difícil permanecer ali, mas não obverso em mim uma vontade de voar para longe e mudar.
Por outro lado, aqueles que eu acredito ser parte de mim, não estão a me aceitar. "Gostaria de levá-la para mais alto, levá-la para casa... Ainda me falta muito a melhorar".

"Na primeira parte, comento... A busca parece interminável, eu não sei do que gostar... como posso ser então melhor, alcançar a perfeição no que eu não sei se faço?"

Esta citação veio direto a mim, quando em leitura, e sim, fez-me pensar em uma pessoa, mas não a única. Independente do nosso resultado e do que parece limitar-nos, não aprender com isso seria persistir nos mesmos erros. Repetir o erro, obviamente só poderá trazer o mesmo ruim resultado. Ensina-me, aos poucos eu tento compreender.

Definir-me, e alcançar os objetivos.

"Não por estar atrasado, que não alcancei o objetivo... Não cabe aqui fracasso... mal tolero o atraso... deixe-me ir, estou a perder tempo..."
[Pensamentos em ônibus de Mininu_nu]

quarta-feira, agosto 26, 2009

"Ao verdadeiro Fernão Capelo Gaivota, que vive em todos nos." Parte 1

E segue a história, iniciado obviamente pelo final. Assim poderão visualizar por partes, o que eu tenho pensado. Adquiri o hábito de ler, isto acrescenta meu vocabulário, faz-me ver outros pontos. Portanto, alguns dos livros que tenho acompanhado serão tratados aqui. Inicio então por Fernão Capelo Gaivota.

E de um comentário passado, dizia meu blog deixar de ser pessoal. Ledo engano seria este o reflexo da minha alma e o que se passa em meu coração. A falta de pessoalidade dos textos reflete a minha busca por outros assuntos, significa que eu não posso ficar preso a... imagem, pensamento, lembrança, desejo, sentimento... aquilo que possa impedir meu crescimento.
Pelo contrário ainda, posso afirmar, seria esse o real motivo, você, de fazer-me querer ser melhor, e ao invés do peso que carrego, tornar-se-á, força.

Tomamos então a idéia do livro, com algumas adaptações, para que tanto eu possa ver em mim e vocês em si mesmos que somos uma idéia de liberdade e de superação. Pequenas frases retiradas do livro, que no próximo post, venho a comentar.


A maior parte das gaivotas, não se preocupa em aprender mais do que os simples fatos do vôo - como ir da costa a comida e voltar. Para a maioria; o importante não e voar, mas comer. Para esta gaivota, contudo o importante não era comer, mas voar. Antes de tudo, adorava voar.

Porque e que lhe custa tanto ser como o resto do bando?

Foi como se lhe batessem com uma tabua. Os joelhos enfraqueceram-lhe, as pernas tombaram-lhe, um enorme rugido ensurdeceu-o.

Quem e mais responsável do que uma gaivota que descobre e desenvolve um significado; um propósito mais elevado na vida? Passamos mil anos lutando por cabeças de peixe, mas agora temos uma razão para viver, para aprender, para descobrir, para sermos livres! Dêem-me uma oportunidade, deixem-me mostrar-lhe o que descobri.

Muito bem, quem são vocês? – Nós somos do seu bando. Somos suas irmãs.

– As palavras eram fortes e calmas.
– Viemos para levar você para mais algo, para levá-lo para casa.

Para cada uma delas, o mais importante na vida era olhar em frente e alcançar a perfeição naquilo que mais gostava de fazer: Voar.
Escolhemos o nosso próximo mundo através daquilo que aprendemos neste. Não aprender nada significa que o próximo mundo será igual a este. Com as mesmas limitações e pesos de chumbo a vencer.

“Vê mais longe a gaivota que voa mais alto...”
Cada um de nós é, na realidade, uma idéia, uma idéia ilimitada de liberdade. Você tem a liberdade de ser você mesmo, de ser o seu próprio eu, aqui e agora, e não há nada que possa interpor-se no seu caminho.

A única diferença, a única, de fato, é que eles começaram a compreender o que são realmente e decidiram por em prática esse conhecimento.

Não é isso que você ama! Você não ama o ódio e o inferno, é claro. Você tem de treinar até ver a verdade, o que há de bom em cada uma delas, e ajudá-las a ver isso nelas próprias. Para mim, o amor é isso.

Não há limites, a sua corrida para a aprendizagem acaba de começar.



[Fernão Capelo Gaivota- Richard Bach]