segunda-feira, junho 20, 2011

♪ Eu tô na pista ! ♫

Essa vida de ciclista me trouxe momentos em que eu me senti bem e momentos em que me frustei. Então começo a história e a experiência, uma reflexão que serve em outros aspectos da vida. E claro, para que todos entendam [principalmente as mulheres], usarei referência da frase abaixo.

Assim como na novela -> Cauã Reymond, ciclista na novela Passione ... Eu também fui para o velódromo do Rio de Janeiro.

Era um fato, não conseguia entender porque é que as estatisticas eram tão baixas no velódramo e as bikes fixas eram tão diferentes das de rua. Lia noticias de velocidade média de 49km/h por 1h, com bicicletas levíssimas, atletas renomados fizeram-me acreditar que eu também era um atleta, afinal nas ruas eu ando constante a 30-35km/h por cerca de 30,40km de distância. Considero uma média boa, mas que ainda posso melhorar MUITO.

Frustração
As explicações dessa crença deram-se quando cheguei lá. Tomei 9 voltas do pessoal que usava equipamnto iguaal ao meu. Tudo bem... Minha primeira vez e é natural essa sensação de incapacidade no início. [Foi que nem sexo, na primeira nunca sai uma maravilha, e erramos as coisas simples].

Bem comigo mesmo
Pelo menos descobri que conseguimos andar num plano inclinado à 45º, e que há coisas desconhecidas por nós mesmo dentro do que já julgamos dominar, um alição de humildade bem recebida. A experiência de esforço, instrução e repetição do velódromo foi ótima, acabou com o meu ego e reduziu meu orgulho. Pela primeira vez fiquei feliz em ser passado para trás [não computando os momentos de safadeza]. Essa ideia de competitividade e despreparo me estimulou e muito.

Agora pretendo associar esses estimulos a outros aspectos da vida, procurar o estopim, dispará-lo e mudar drasticamente a vida. Quem sabe eu não consigo passar em cálculo, física, química e ciência de materiais assim!?

"Agora eu vou, curtir a vida na moral...
Eu tô na pista, quero ver me segurar...
Eu tô na pista,
Dessa vez é pra valer"


## Parte técnica.

Pretendo comprar uma bicicleta de pista, Fixie. Comecei buscas por peças, videos.
Vou até montar uma bike nova com esses detalhes:

Quadro Fuji Track [2.0 ou PRO] tamanho 56
Garfo - Alumínio
Rodas 700c - ainda por definir
Relação - Coroa 48 x pinhão fixo 16/Roda livre 14
Roda traseira fechada por disco
Guidão BullHorn com Clip


Utilizarei um banco igual a da minha MTB, que é bem confortável... Não precisa de mais nada... isso é uma fixa, "hehehe"! [Obs.: Para quem achou a relação pequena, experimente andar no velódromo, é muito mais difícil do que nas ruas]

[Na Pista por Mininu Nu]

terça-feira, junho 14, 2011

Sobre como ela retrata ser amada[o]...


Sobre um post amoroso ou não de uma pessoa que pretendo conhecer. Resolvi colocar uma resposta longa, detalhada relatando minha opinião sobre o texto, cada parte dele.




Sobre como ela retrata ser amada[o]...
[Série : Meus comentários virarão post]


Identificar o amor não é fácil, e por vezes o recusamos. A consideração de que o amor nasce, surge, pega de surpresa, para mim, é falha. O amor é uma sequência de opções, o qual, cada escolhe condiz com o quanto se gostará do próximo. Em uma maneira "nerd": Não se faz download do amor, se constrói todo o algoritmo.

Sentir o amor é facilitado quando somos perdoados, mas isso não significa que você pode fazer lambança. E para o caso da lambança, amar é deixar de usar a mágoa como munição numa posição vitalícia, em momento algum vale trazer à tona os erros.

Amar, é naturalmente aceitação, mas tem que ser aceitação por completo. Comum são as pessoas que esperam de você o que elas gostariam de ser ou cobram de si. E se há permissão para dividir causos e coisas da vida, assuntos dos mais variados se permitem, sem julgamentos prévios.

Todos tendemos a melhorar ou deveriamos buscar isso, mas alguns aspectos são intrínsecos.
Por fim, somos individuais, o amor não é inteiro por ela ou ele existir. O amor não cria solidão por ter vontade de explorar sua individualidade em determinados momentos. O homem e 'principalmente a mulher' são subjetivos, sentimentos se sobrepõem o tempo todo. Não se sinta excluída por uma falta de atenção esporádica, mas dê-lhe porradas se virar rotina. Sua segurança é algo relacionado a individualidade, novamente, as suas certezas.


Fato, eu te amo não diz tudo... e há muito dizer, já não basta.


por: Mininu comentário - Nu escrito

quarta-feira, maio 25, 2011

Pedal Sem Fome

E nas minhas "andanças" de bicicleta, nunca conheci tanta gente, cheguei tão rápido aos lugares, exercitei minhas pernas... nem fui tão feliz quanto agora. Não sou só eu, mas todos que usam duas rodas e propulsão humana [1cavalo motor] são mais tranquilos.

Pausa para reflexão: [Veja a imagem] Não é verdade que ignoramos por completo aqueles que estão em situação de rua? Ali temos pessoas que por algum infortúnio cairam nesta situação, ou criaram a situação por um comportamento qualquer. Quando fiz o curso do Médicos Sem Fronteiras [MSF], aprendi bastante e descobri que há muita história por trás dos rostos tristes e sujos.


Então, surgiu o PEDAL SEM FOME, organizado por um ciclista conhecido, Alexandre. A retomada do pedal foi na terça-feira dia 24 de maio e ocorrerá todas as terças subsequêntes.

Distribuimos Pão com mortadela e suco para moradores de rua no bairro de Madureira, na próxima iremos a Marechal Hermes. Não contei quantos ciclistas eramos, pois fiquei apenas impressionado com a atitude e iniciativa. Exemplar e que merece divulgação.


[Ação Nu - Mininu Social]

quarta-feira, maio 18, 2011

Como você encara as transformações que ocorrem em sua vida pessoal e profissional?

Durante curso do Sebrae, fizeram-me uma pergunta que não sei exatamente responder.
Mas o pensamento daria um post, portanto.

Ás vezes, e o que deveria ser uma pratica mais rotineira, melhoramos. O bom humor e a auto-estima parecem ser contagiosas como igualmente o contrário é. Portanto policiar-nos para absorver o que é bom é necessário. E pelas transformações pessoais das profissionais como indica a proposta da pergunta do curso, não as separaria. Esses aspectos caminham juntos, na forma que a satisfação e realização se transformam em dedicação e foco no objetivo.

Claro, respondendo a pergunta:
- Encaro bem as boas transformações e mal as más transformações.

Provavelmente uma caracteristica comum de todos, mas que não serve como justificativa. Afinal, se o objetivo e encarar transformações, que seja para melhorar, independente de como elas são.

"Não há como esperar resultados diferentes, fazendo as mesmas coisas..."
- Esqueci o autor

Nem fazendo as mesmas coisas, nem com as mesmas atitudes, etc. Cada vez que temos um problema, e todos temos, devemos tomar uma posição racional e contorná-lo ou minimizá-lo de forma que se torne possível resolver. Chorar à muito tempo não dá jeito nas coisas.


[Cursando, por Mininu Nu]

segunda-feira, maio 16, 2011

Meio sumido, meio pra baixo mas tô saudável !

Com a correria do dia-a-dia...
Vi ocorrer comigo e com outros blogs que acompanhava o seguinte desfecho temporário:

- Ultima postagem, x/x/2010.

Eu ando meio sumido, e atualmente não é por excesso de afazeres.
Eu ando meio pra baixo, por não estar dando conta da faculdade, ter feito escolhas ruins, entre outras coisas não convenientes.

Mas uma coisa é certa, EU ANDO BEM SAUDÁVEL.
Com minha curta média de 150km pedalados por semana, minhas pernas estão ganhando uma forma mais agradável, eu tenho mais fôlego, resistência e no dia, até fico feliz. Tenho me alimentado mal, apesar de comer tudo que está morto e assado, morto e cozido ou morto e frito.

Mas assim é a vida.

Fotos do que eu tenho feito e visitado por aí:





quarta-feira, abril 27, 2011

O alternativo - Episódio: O REPARO

Caros leitores há um mês fiquei sem celular [decente].
[Principal fonte de escrita para o blog.]

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Ontem, terça-feira, levei-o a assistência da minha cidade.

Motorola Rio de Janeiro
Av. Rio Branco 120, loja 21.

Surpreendi-me com os preços dos aparelhos na vitrine, mais caros do que o site oficial da motorola e mais caro até que os anunciados por operadores de telefonia, PRÉ-PAGO.

Episódio: O Reparo
legenda: Eu, vermelho / Atendente, cinza

Dentro da assistência me perguntaram:
- Qual o defeito do aparelho.
Comecei de baixo e mostrei o motorola Q11.
- Problema de camera, provavelmente conector solto.
Após alguma digitação por parte da atendente...
- O conserto fica em R$ 129,00.
- Muito caro! Não precisa..
- Pensa bem é um aparelho de 700 reais.
- Isso, 1/6 do valor no reparo de um único item simples não vale.

Passando para o próximo item, Motorola Milestone, Tela de Proteção do Touch quebrada.
- O reparo do Milestone fica em R$ 269,00
- Peça e mão de obra?
- Não cobraremos a mão de obra por causa da garantia, esse é só o valor da peça.
- E se eu trouxer a peça?
- Essa peça não se vende separada.
Mostrei a tela que comprei fora do Brasil, PORQUE AQUI, realmente não vende.
- Não fazemos serviço com a sua peça.
- Obrigado, eu mesmo faço ou procuro algum alternativo.

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Isso é Brasil, país de gente egoísta onde é mais fácil comprar algo novo do que reparar o que já foi comprado. Essa medida impulsiona o comercio, afinal, mais vendas serão realizadas. Estaremos em uma estatística de consumismo de 1º mundo, com uma pós-venda de 3º mundo.

Não sei até que ponto é desonestidade, desconhecimento ou marketing de vendas. É impressionante como não há suporte. Seja lá qual for o eletrônico, eletrodoméstico ou similares.

“ Já vivi um episódio com uma TV da Samsung 26’’ que funcionava quase perfeitamente, ligava, assistia sintonizava, desligava... e ... não ligava novamente. Após 1 ou 2 horas ela ligava. Ouvir da assistência: Isso é normal, a tv é assim. “

Por isso recorremos ao alternativo, alguns mais ousados acabam recorrendo ao ilícito e pronto, solução momentânea, mas na prática nada se resolve.

Reparo do motorola Q11 - Camera desplugada = 130 reais
[ Alternativo na Uruguaiana, R$ 40 ]

Reparo do Milestone - visor de proteção quebrado = 269 reais
[Alternativo na Uruguaiana, R$ 30 ]

Reparo feito, todos os testes realizados... funcionando perfeitamente. Observei a abertura do bichano, fiquei feliz em não ter feito eu mesmo, é MUITO complicado. Também por isso e pelo valor gasto, não posso brigar contra uma rachadura de 0,7cm feita na parte de trás do aparelho e os adesivos que sujaram de cola algumas partes de trás.


Resultado: Estou satisfeito.

[Celular, por Mininu_Nu]