sexta-feira, agosto 05, 2011

"Tudo que é bom dura pouco!"

Ouvi essa frase de alguém reclamando ou comentando ou seja lá o que...

"Tudo que é bom dura pouco!"

Mas dura por um motivo específico e simples: Não compartilhamos o que é bom. Não sei se resolvemos guardar para nós mesmos por medo de deixar de ser bom ou de alguém conseguir aproveitar mais do que gostariamos, ou se é um egoismo, ou se consideramos ingratos todos que convivem, ou ...

Talvez seja, [é] mais fácil, comum... compartilhar porcarias do que coisas boas. Vamos excluir as mensagens religiosas, pois geraria uma repercursão grande. Podemos divulgar um video de funk e deixá-lo com 300 mil visualizações numa "proposta" de música com 3 frases do que divulgar por exemplo um video de MPB que achamos ótimo. Não dá pra entender.

Pensei em enumerar em 2 listas o que divulgamos e não divulgamos. Mas deu preguiça, afinal a lista é boa e eu não pretendo compartilhar por enquanto. Em todo caso, deixo o link de um blog sensacional e no próximo post, uma música, video, o que for a vez.



Abraço,
[Mininu Cavaleiro, Rodrigo Nu]

segunda-feira, agosto 01, 2011

Equipe Pringles - Pedal Oficial 1

 Iniciamos o passeio na madrugada, acordando as 3:00am, seguimos pedalando com o clima fresco, felizmente na serra não tem sol e conseguimos subir com muito esforço mas sem muito desgaste. O trajeto de volta começou tarde e foi em ritmo forte, após a descida da serra o sol estava constante o que ajudou no desgaste dos ciclistas participantes, Pablo ficou sem água na Av. Brasil e não avisou nada. ZERO pra ele, um problema mais grave no selim do Pablo, cedi o meu a ele e a assim voltei de Guadalupe até a Taquara em sprint.

Indo -> Distância Total: 83,27 km / Tempo Total: 5:30:43 / Tempo em Movimento: 4:15:20 / Velocidade Média: 15,11 km/h / Velocidade Méd. em Movimento: 19,57 km/h / Velocidade Máxima: 61,00 km/h
Mapa : http://tinyurl.com/3srayez

Volta -> Distância Total: 80,35 km / Tempo Total: 3:26:28 / Tempo em Movimento: 2:45:50 / Velocidade Média: 23,35 km/h / Velocidade Méd. em Movimento: 29,07 km/h /
Velocidade Máxima: 65,00 km/h
Mapa: http://tinyurl.com/3cyfzlv

sexta-feira, julho 22, 2011

Sábado é dia de BANHO !

Ou seria domingo ?



Ratinho Tomando Banho


Tchau preguiça
Tchau sujeira
Adeus cheirinho de suor
Oh...
Lava lava lava
Lava lava lava
Uma orelha uma orelha
Outra orelha outra orelha
Lava lava lava lava
Lava a testa, a bochecha,
Lava o queixo
Lava a coxa
E lava até...
Meu pé
Meu querido pé
Que me agüenta o dia inteiro
Oh Oh
E o meu nariz
Meu pescoço
Meu tórax
O meu bumbum
E também o fazedor de xixi
Oh...
La la
Laia laia la
Laia la la la
Laia la
La la la la la
Hum... Ainda não acabou não
Vem cá vem... vem
Uma enxugadinha aqui
Uma coçadinha ali
Faz a volta e põe a roupa de paxá
Ahh!
Banho é bom
Banho é bom
Banho é muito bom
Agora acabou!

quinta-feira, julho 14, 2011

"A USABILIDADE NOS ESTUDOS DE USO DA INFORMAÇÃO"

A usabilidade nos estudos de uso da informação: em cena usuários e sistemas interativos de informação - Considerando uma nova estrutura social dominante - a sociedade em rede e utilizando as novas potencialidades abertas pela globalização e pelo acesso às novas tecnologias: "Chocam-se culturas, identidades, conteúdos informacionais, fundindo-se ou não, reelaborando-se, surgem novas possibilidades de aprendizagem, de criação, expressão e inovação humana, compartilham-se saberes, outros são destruídos ou reconstruídos, criam-se novos imaginários, novas tribos, novas estratégias de produção de conhecimento (COSTA; RAMALHO, 2008)." Assim, as redes se tornam possibilitadoras da promoção de geração de conhecimentos em todas as faculdades possíveis. A "informação, para quem?" se considerada as várias ocupações dos usuários e seus papéis frente à informação, a pergunta, evolutivamente, passou a ser: "informação, para fazer o quê?" Dessa forma, Processos Metalurgicos está diretamente ligado com o artigo, bem como qualquer outra possibilidade acadêmica. O ponto de foco é o acesso ao conhecimento através das redes sociais e sua ampliação de acesso pelos sistemas de informação.

domingo, julho 03, 2011

O capacete salva vidas...

Sim, evitou o caixão e vela preta da minha pessoa.
O treinamento era específico de subida, portanto escolhemos o Alto da Boa vista, passando pela vista chinesa e descendo no Jardim Botânico.
O tempo abriu maravilhosamente bem, agradeço a metereologia que errou novamente, ficou tão bom que o Alfredo subiu a o Alto e retornou para levar a família até a Praia.
* Atitude louvável, e compreendida, porém, não largo minha bicicleta por nada, e domingo vocês [Ciclista JPA] é que são minha família.

Nota: Para quem acha que usar capacete, deixa com cabeção e feio, da mesma forma que a roupa coladinha e espefíca, luvas e outros acessórios... engana-se. Havia comentado na faculdade e escrevo aqui:

- Prefiro sair "feio" e ser "zoado", do que em algum caso qualquer não voltar pra casa...


Cheguei atrasado a Praça Jauru, pois o vento estava contra na ida até Bangu onde busquei o Vinícius, um novo membro do Ciclista JPA [intimado]; A volta com vento à favor ajudou. Ele ficava um pouco para trás no caminho, o que me fez pensar inicialmente que ele não iria aguentar o ritmo, ENGANO MEU, o cara pedalou muito bem e de caloi 100 com pneu 2.0 !
Ida pela Cidade de Deus, um tapete, assumimos uma pista e fomos rumo ao destino, abortaram a subida pela Gabinal que seria a primeira do treinamento. Parada no pé da subida, muitos mosquitos e SUBIMOS... ótima subida, ingrime, sem folga e com clima amêno. Parada no Posto, onde o Pablo Gazitua fez jus ao nome EQUIPE PRINGLES DE CONTRA-RELÓGIO / Ciclista JPA, 2 pringles no suporte e fomos embora...

Minha primeira vez na Vista Chinesa, MUITO LEGAL o local, melhor se não estivesse com neblina. Assim, a hora passou e chegou a hora da descida.
Animados com o treino de subida, com o local e com a pista seca, descemos empolgados. Não tão rápido quanto da última vez, mas em velocidade razoável. Presenciei bem de perto a queda do ISMAEL, onde bateu no asfalto e rolou por cima do meio-fio, parando com o corpo numa árvore, deixou um pouco de sangue na bicicleta, uma gancheira amassada, STI´s ralados e tortos e um aro traseiro empenado. A queda foi assim:

- A traseira deslizou, não consegui identificar o motivo exato, ele levantou equilibrou, porém chegou muito próximo do meio-fio, travou o freio dianteiro, a bicicleta quicou, o que tirou completamente o equilibrio... quando as rodas tocaram o chão, o Ismael foi junto. Rolou pouco no asfalto e bateu no meio-fio subindo e parando na árvore.

Tudo resolvido, adrenalina no sangue, continuamos a descida.

Acreditei ter passado pela Ana Amélia, ciclisa que conheço e que tento convidar para o passeio do nosso grupo, uma simples olhada sobre o ombro de menos de 1 segundo, uma descida um pouco mais inclinada, a velocidade aumentou... algum tempo depois já tentando diminuir o ritmo vi um carro subindo ocupando parte da faixa de descida, uma chegada mais para o canto e LIMO ! A roda traseira escapou, concertei, a roda da frente escapou e CAPCETE E OMBRO NO CHÃO, braços protegendo o rosto, então cotovelos bem ralados, acredito que em parte da minha queda eu estive desacordado [Muito tonto], demorei a conseguir desclipar o que ajudou na ralação. Agarrei o meio fio e parei, aguardei os companheiros, tentei soltar a mochila, capacete, óculos, e celular [este ultimo foi arremessado]... não consegui soltar uma das travas da mochila, Isamel me ajudou...

Arrastei-me mais para o meio-fio, apoiei o prescoço e aguardei recobrar meu estado mental... Um rapaz de MTB parou e veio observar e ajudar, outros tantos de speed passaram direto.

Uma vez recobrado o físico, descemos até o final, onde há uma loja de bike, manutenção para o ISMAEL e Taxi pra mim, os ralados nas articulações não favoreciam a pedalada.

A continuidade do passeio, só com os outros membros...

Abraço pessoal,
Novamente deixando a nota: O capacete me salvou, veja as fotos e entenda.
Quando a situação melhorar, passarei a pedalar de calça, luva que proteja os dedos e Capacete novo. Itens de segurança normalmente são enfeites, mas quando ocorre de usar, fazem uma falta danada!

[Mininu Morto Nu Pedal]

segunda-feira, junho 20, 2011

♪ Eu tô na pista ! ♫

Essa vida de ciclista me trouxe momentos em que eu me senti bem e momentos em que me frustei. Então começo a história e a experiência, uma reflexão que serve em outros aspectos da vida. E claro, para que todos entendam [principalmente as mulheres], usarei referência da frase abaixo.

Assim como na novela -> Cauã Reymond, ciclista na novela Passione ... Eu também fui para o velódromo do Rio de Janeiro.

Era um fato, não conseguia entender porque é que as estatisticas eram tão baixas no velódramo e as bikes fixas eram tão diferentes das de rua. Lia noticias de velocidade média de 49km/h por 1h, com bicicletas levíssimas, atletas renomados fizeram-me acreditar que eu também era um atleta, afinal nas ruas eu ando constante a 30-35km/h por cerca de 30,40km de distância. Considero uma média boa, mas que ainda posso melhorar MUITO.

Frustração
As explicações dessa crença deram-se quando cheguei lá. Tomei 9 voltas do pessoal que usava equipamnto iguaal ao meu. Tudo bem... Minha primeira vez e é natural essa sensação de incapacidade no início. [Foi que nem sexo, na primeira nunca sai uma maravilha, e erramos as coisas simples].

Bem comigo mesmo
Pelo menos descobri que conseguimos andar num plano inclinado à 45º, e que há coisas desconhecidas por nós mesmo dentro do que já julgamos dominar, um alição de humildade bem recebida. A experiência de esforço, instrução e repetição do velódromo foi ótima, acabou com o meu ego e reduziu meu orgulho. Pela primeira vez fiquei feliz em ser passado para trás [não computando os momentos de safadeza]. Essa ideia de competitividade e despreparo me estimulou e muito.

Agora pretendo associar esses estimulos a outros aspectos da vida, procurar o estopim, dispará-lo e mudar drasticamente a vida. Quem sabe eu não consigo passar em cálculo, física, química e ciência de materiais assim!?

"Agora eu vou, curtir a vida na moral...
Eu tô na pista, quero ver me segurar...
Eu tô na pista,
Dessa vez é pra valer"


## Parte técnica.

Pretendo comprar uma bicicleta de pista, Fixie. Comecei buscas por peças, videos.
Vou até montar uma bike nova com esses detalhes:

Quadro Fuji Track [2.0 ou PRO] tamanho 56
Garfo - Alumínio
Rodas 700c - ainda por definir
Relação - Coroa 48 x pinhão fixo 16/Roda livre 14
Roda traseira fechada por disco
Guidão BullHorn com Clip


Utilizarei um banco igual a da minha MTB, que é bem confortável... Não precisa de mais nada... isso é uma fixa, "hehehe"! [Obs.: Para quem achou a relação pequena, experimente andar no velódromo, é muito mais difícil do que nas ruas]

[Na Pista por Mininu Nu]

terça-feira, junho 14, 2011

Sobre como ela retrata ser amada[o]...


Sobre um post amoroso ou não de uma pessoa que pretendo conhecer. Resolvi colocar uma resposta longa, detalhada relatando minha opinião sobre o texto, cada parte dele.




Sobre como ela retrata ser amada[o]...
[Série : Meus comentários virarão post]


Identificar o amor não é fácil, e por vezes o recusamos. A consideração de que o amor nasce, surge, pega de surpresa, para mim, é falha. O amor é uma sequência de opções, o qual, cada escolhe condiz com o quanto se gostará do próximo. Em uma maneira "nerd": Não se faz download do amor, se constrói todo o algoritmo.

Sentir o amor é facilitado quando somos perdoados, mas isso não significa que você pode fazer lambança. E para o caso da lambança, amar é deixar de usar a mágoa como munição numa posição vitalícia, em momento algum vale trazer à tona os erros.

Amar, é naturalmente aceitação, mas tem que ser aceitação por completo. Comum são as pessoas que esperam de você o que elas gostariam de ser ou cobram de si. E se há permissão para dividir causos e coisas da vida, assuntos dos mais variados se permitem, sem julgamentos prévios.

Todos tendemos a melhorar ou deveriamos buscar isso, mas alguns aspectos são intrínsecos.
Por fim, somos individuais, o amor não é inteiro por ela ou ele existir. O amor não cria solidão por ter vontade de explorar sua individualidade em determinados momentos. O homem e 'principalmente a mulher' são subjetivos, sentimentos se sobrepõem o tempo todo. Não se sinta excluída por uma falta de atenção esporádica, mas dê-lhe porradas se virar rotina. Sua segurança é algo relacionado a individualidade, novamente, as suas certezas.


Fato, eu te amo não diz tudo... e há muito dizer, já não basta.


por: Mininu comentário - Nu escrito